Poema Natalino - Dominador Pequenino
De profundo, ao coração,
Assim A Virgem o amou,
Ó, céus, que belo desígnio!
Da senhora que o portou.
Pois nem os anjos poderiam
Conceber Deus humanado
Amparado por Maria
No mais pobrezinho estado.
Ele, que confunde os soberbos,
Nestas vísceras gerou.
Aquele em que tudo subsiste,
A pobre senhora sustentou.
Ó Dominador pequenino,
Nestes braços amparado,
Que repousas qual anjinho,
Faz-me santo como a ti
E digno de estar ao teu lado!
"Adoração dos Pastores", de Bartolomé Murillo (Museu do Prado, Madri)
+ Iter Para Tutum +
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